Lembrar de você ainda dói, te vê me trás uma sensação estranha, de raiva e ao mesmo tempo uma angustia que me consome. “Porque você fez isso comigo?” Essa é a pergunta que eu me faço todos os dias, eu amei você da maneira mais linda que eu consegui amar uma pessoa, cuidei de você fiz você se senti seguro em relação ao que eu sentia, fiz planos pra nos dois e acreditei que ainda seriamos muito felizes, mais foi bobeira acreditar nisso tudo, você não deu valor, me trocou na primeira oportunidade que pode, e nem se quer se importou com oque eu estava sentindo. Eu só quero te apagar da minha vida e esquecer tudo que agente viveu, tem sido difícil admito, mais tudo é questão de tempo ate que eu me acostume com a tua ausência. Eu não queria abrir mão de nada por sua causa, mais tem certas coisas que é melhor evitar, lembra daquela música que eu ouvia e lembrava da gente? Pois é, ela foi apagada, e por um bom tempo não será ouvida, também não consigo mais tomar sorvete de baunilha ele me trás lembranças suas, e isso é oque eu quero evitar, quero me desligar de tudo aquilo que um dia me levou a você, quero te apagar da minha vida, só assim vou conseguir segui minha vida em diante e quem sabe ser feliz de novo.
Sou feita das entranhas da noite, dos becos asquerosos onde acontecem as histórias mais obscuras da cidade, onde o sangue é vertido em meio a uma vertigem de dois corpos. Sou a saudade que escorre pelos olhos puídos de um coração indecente que ama o que não lhe pertence mais. Sou maresia, teimosia que insiste em viver na escuridão. Sou parte do caos, a essência da maldade que habito o intrínseco do ser humano, que de humano ás vezes não tem nada. Em ultima análise, sou o imo da insanidade que rouba a consciência da mente doente. Já fui claridade, mas a luz forte cegou meus olhos e meu corpo sem direção caminhou rumo ao abjeto dos mundos.
Aclame
Sou feita das entranhas da noite, dos becos asquerosos onde acontecem as histórias mais obscuras da cidade, onde o sangue é vertido em meio a uma vertigem de dois corpos. Sou a saudade que escorre pelos olhos puídos de um coração indecente que ama o que não lhe pertence mais. Sou maresia, teimosia que insiste em viver na escuridão. Sou parte do caos, a essência da maldade que habito o intrínseco do ser humano, que de humano ás vezes não tem nada. Em ultima análise, sou o imo da insanidade que rouba a consciência da mente doente. Já fui claridade, mas a luz forte cegou meus olhos e meu corpo sem direção caminhou rumo ao abjeto dos mundos. Aclame
Os teus olhos, o formato de seus lábios, o timbre da sua voz. A medida da sua cintura, o teu riso sem graça, o tamanho das suas mãos. O calor da sua pele, a cor dos teus cabelos. O teu sapato preferido, o teu ursinho de pelúcia. O cheiro do teu perfume, o sabor de teus beijos, o conforto dos teus abraços. Tuas palavras, teu gosto musical, teus filmes e seriados prediletos. O formato da sua letra, sua matéria preferida na escola. O numero do teu celular. Teus medos e segredos. Tuas histórias. Os livros dos quais leu, o dia em que nossos olhos se cruzaram pela primeira vez. O gosto da sua comida. O jeito como defende o teu ponto de vista. Isso não é nem metade da extensa lista do que procuro por ai, mas só encontro em você.
Ponho-me a escrever teu nome
com letras de macarrão.
No prato, a sopa esfria, cheia de escamas
e debruçados na mesa todos contemplam
esse romântico trabalho.
Desgraçadamente falta uma letra,
uma letra somente
para acabar teu nome!
- Estás sonhando? Olhe que a sopa esfria!
Eu estava sonhando…
E há em todas as consciências, um cartaz amarelo:
“Nesse país é proibido sonhar.

